sexta-feira, 9 de março de 2012

LEI GERAL DA COPA: Um “chute no traseiro” do povo brasileiro

Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa (ANCOP) – 07 de março de 2012 -

Na última sexta feira (02 de março), o Secretário Geral da FIFA Jerome Valcke, em entrevista, disse que precisaria “chutar o traseiro” dos governantes brasileiros para que agilizassem os trâmites relacionados à organização da Copa do Mundo de 2014.

Agilidade, para Valcke, significa rapidez para aprovar medidas que garantam os interesses mercantis da FIFA. Definitivamente, acelerar a superação das mazelas da saúde pública, ou o atendimento às dezenas de milhares de pessoas atingidas pelas chuvas, ou mesmo pelas obras relacionadas aos mega-eventos esportivos não é a sua preocupação. Tampouco interessa à entidade agilizar a redução da histórica desigualdade social do país ou do déficit habitacional que assola suas cidades. Quanto à nossa justiça, notoriamente morosa, celeridade para a FIFA diz respeito aos procedimentos extraordinários e aos tribunais de exceção para julgar os crimes especiais que pretende criar. A entidade visa, portanto, apenas seus interesses/lucro em detrimento do bem comum e das necessidades da população. Também os congressistas e os nossos governantes parecem pouco se importar com os direitos sociais dos brasileiros. Onde está o suposto “legado social” dos jogos? Até agora, nada encontramos que permita justificar as dezenas de bilhões já investidos em nome da Copa e das Olimpíadas.Com esta polêmica frase, Jerome Valcke se referia à Lei Geral da Copa, fruto do Projeto de Lei 2330 de 2011, elaborado pelo governo federal e que tramitava, até terça-feira (06 de março) na Comissão Especial da Câmara dos Deputados e foi aprovada, nessa instância, na forma do texto consolidado pelo relator Vicente Cândido (PT-SP). Atendendo ao cartola da FIFA, a comissão atropelou manifestações democráticas, não permitindo a realização de um debate público sobre a lei em questão. No mesmo dia, o deputado Jilmar Tatto (PT-SP) protocolou requerimento de urgência para a aprovação da lei no plenário da casa, agendando-a para a próxima terça feira, dia 13 de março.

A expressão grosseira “chute no traseiro dos governantes brasileiros” utilizada pela FIFA não causa surpresa. A Lei Geral da Copa já é, em si mesma, um verdadeiro “chute no traseiro” do povo brasileiro. Ela constitui o documento central de um conjunto de leis de exceção que vem sendo editadas nos três níveis federativos do país, de forma a garantir que a Copa do Mundo maximize o lucro da FIFA, de seus patrocinadores e de um conjunto de corporações nacionais, ampliando o canal de repasse de verbas públicas a particulares e fortalecendo um modelo de cidade excludente, que reproduz a lógica da especulação imobiliária e do cerceamento ao espaço público.

A Lei Geral da Copa não é tão “geral” assim. Em primeiro lugar, porque, longe de proteger o interesse público, ela tem por base contratos e compromissos particulares, ou seja, interesses privados. Além disso, não abrange a totalidade das intervenções no ordenamento jurídico brasileiro para os mega-eventos, já que não é a primeira e pode não ser a última das leis aprovadas sobre o assunto. Em cada cidade já foram emitidas “leis de segurança”, “leis de isenção fiscal”, “leis de restrição territorial”, “leis de transferência de potencial construtivo”, etc. No Senado, ainda, para onde seguirá, caso os deputados aceitem a submissão à FIFA, a Lei Geral se associará a pelo menos outros dois PLs (394/09 e 728/11) que, entre outras propostas, restringem o direito à greve a partir de três meses antes da Copa, abrem a possibilidade de proibição administrativa de ingresso de torcedores em estádios por até 120 dias, inventam o tipo penal de “terrorismo” – hoje inexistente no Brasil – e estabelecem justiças e procedimentos de urgência para julgá-lo. Criam, ainda, as chamadas “Zonas Limpas”, de exclusividade da FIFA nas cidades e privatizam o hino, símbolos, expressões e nomes para a Confederação Brasileira de Futebol – a tão “idônea” CBF.A FIFA manda e desmanda, desrespeita e humilha as populações mundo afora. O povo brasileiro, hoje, é a “bola da vez”. Ela deseja construir um reinado de exploração itinerante durante seu evento, para o qual o Estado assume o duplo papel de “policial” – reprimindo, criminalizando e encarcerando sua sociedade – e de “financiador” – assumindo os ônus, riscos e a responsabilidade desta empreitada privada. A Lei Geral da Copa está no centro de todo este processo e consolidará, caso seja aprovada, uma Copa do Mundo excludente e com graves prejuízos ao povo brasileiro.

Dentre outras premissas, o projeto a ser votado na Câmara:

a) Preconiza a retirada de direitos conquistados por vários grupos sociais, como a meia-entrada e outros direitos dos consumidores (Artigo 26);

b) Restringe seriamente o comércio de rua e popular durantes os jogos (Artigo 11);

c) Impede que o povo brasileiro possa assistir aos jogos como achar melhor, limitando a transmissão por rádio, internet e em bares e restaurantes (Artigo 16, inciso IV);

d) Coloca a União em posição de submissão à FIFA, sendo responsável por quaisquer danos e prejuízos de um evento privado (artigo 22, 23 e 24);

e) Cria novos tipos penais e restringe a liberdade de expressão e a criatividade brasileira. Chargistas, imprensa e toda a torcida que usar os símbolos da Copa podem ser processados (Artigos 31 a 34);

f) Desestrutura o Estatuto do Torcedor em favor do monopólio da FIFA (Art. 67);

g) Coloca em risco o direito à educação, pela possível redução do calendário escolar (Artigo 63);

h) Permite a venda de bebidas alcoólicas durante os jogos, retrocedendo em relação à legislação existente (Artigo 29);

i) Transforma o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) numa espécie de “cartório particular”, abrindo caminho para abusos nas reservas de patente (Artigo 4 a 7) e na privatização de símbolos oficiais e do patrimônio cultural popular.

Dessa forma, a Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa (ANCOP, organizada nas 12 cidades sede e constituída por diversas entidades da sociedade civil que lutam para enfrentar, impedir e minimizar os prejuízos sociais advindos com a Copa, mais uma vez, vem a público repudiar este ato de submissão brasileira perante os interesses privados de grandes monopólios da FIFA e seus patrocinadores, totalmente financiados com recursos públicos, atropelando direitos e garantias arduamente conquistados, ferindo princípios democráticos e onerando o povo brasileiro.O Brasil tem condições objetivas de sediar a Copa do Mundo sem produzir este legado autoritário e anti-democrático. Já sediamos grandes eventos, dos mais diversos tipos. A aprovação de novas leis não é necessária e representa um cavalo-de-tróia para modificações que, supostamente transitórias, terminam por incorporar-se definitivamente em nosso direito interno.À luz disso, os Comitês Populares da Copa vêm exigir do Poder Legislativo brasileiro, na figura de todos os congressistas, que formalize o veto que a população já deu ao PL 2330/2011, votando contrários ao mesmo. Sabemos que isso não ocorrerá sem pressão e mobilização popular e, portanto, estaremos atentos para legitimamente defender a justiça social e a soberania popular acima de tudo. Assim não dá jogo! Queremos respeito às regras e leis já existentes na Constituição Federal que garantem ao povo brasileiro direitos e soberania.

As exigências da FIFA são um GOL contra o povo brasileiro.
FIFA BAIXA A BOLA!

A Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa (ANCOP) é formada pelos Comitês Populares nas 12 cidades-sede da Copa: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Publicado no site Vírus planetário acessado 9 de março de 2012 ás 08:53

Acesse: http://virusplanetario.net/2012/03/09/lei-geral-da-copa-um-chute-no-traseiro-do-povo-brasileiro/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Fim da linha para Ricardo Teixeira? A pergunta que todos fazem agora é: 'Será que desta vez é pra valer?'

JEFERSON CHOMA
da redação do Opinião Socialista

Ag Brasil

Ricardo Teixeira tem seu cargo ameaçado

• Poucos conseguiram atrair tanta antipatia, tanto ódio como a figura desprezível de Ricardo Teixeira, presidente da CBF por 23 anos. A saída do cartola do comando da confederação unifica torcidas rivais, sejam flamenguistas ou vascaínos, sejam palmeirenses ou corintianos, todos se unem sob um mesmo slogan “Fora Ricardo Teixeira”.

No entanto, desde o início da semana, começam a crescer boatos sobre a provável e iminente renúncia do cartola. "É uma coisa que ultrapassou o ruído de boato, virou mais do que rumor, é quase um clamor. Como é o clamor popular pela saída dele., disse Juca Kfouri no programa Linha de Passe da ESPN-Brasil. A revelação de mais um novo escândalo sobre o amistoso da seleção em Brasília poderá ser o último empurrão para a saída do mafioso.

Nesta quarta-feira, 15, o jornal Folha de S.Paulo publicou uma matéria revelando a ligação do cartola da CBF com o empresário Sandro Rosell, dono da Alianto Marketing, empresa investigada por superfaturamento do amistoso entre Brasil X Portugal, realizado em 2008.

A Alianto Marketing também é dona da empresa VSV Agropecuária Empreendimentos Ltda, criada oito dias antes da partida. Sua sede era uma fazenda de Teixeira localizada em Piraí, a 80 km do Rio de Janeiro. A empresa recebeu R$ 9 milhões do governo do Distrito Federal, que na época era chefiado pelo corrupto José Roberto Arruda, flagrado cobrando propina no chamado “mensalão do DEM”.

O rei da Copa
Desde ano passado, uma forte campanha pelo “Fora Ricardo Teixeira” tem tomado as redes sociais na internet, e até mesmo às ruas quando um grupo de torcedores organizou uma passeata no centro do Rio de Janeiro.

Teixeira apostou em ser o “Rei da Copa”, mas parece que está perdendo. Seu plano era disputar a presidência da FIFA e centralizar os negócios da Copa de 2014. Foi nesse momento que Joseph Blatter, atual presidente da federação, ameaçou mostrar um farto cardápio de corrupção do cartola brasileiro. Um programa da BBC, rede de TV britânica, mostrou que dirigentes do Comitê Executivo da FIFA, responsável pela escolha das sedes das Copas, recebiam propinas de uma empresa de marketing esportivo, a ISL (International Sports and Leisure). Foram citados na reportagem, Teixeira, o paraguaio Nicolas Leoz e o camaronês Issa Hayatou.

Blatter tentou esconder o maior escândalo de corrupção da história da entidade. No entanto, foi abrigado a ceder e utilizou as denúncias para resolver as disputas internas da federação.

Teixeira foi alvo de 13 pedidos de indiciamento relativos a supostos crimes de evasão de divisas, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. “Caguei montão”, disse em entrevista à revista Piauí na época dos escândalos. Sua postura revelava mais do que arrogância. Colocava em evidência sua confiança de que parte da grande imprensa, as organizações Globo em especial, encobriria suas ações. “Só vou ficar preocupado quando as acusações saírem no Jornal Nacional”, disse na mesma entrevista.

O processo FIFA–ISL correu sob segredo de Justiça na Suíça, uma decisão que, por enquanto, evita o acesso de todas as mutretas de Teixeira e de outros dirigentes da FIFA, inclusive de Blatter. Por outro lado, a entidade máxima do futebol mundial tenta renovar sua imagem após tantos escândalos. Para isso, os cartolas apostam no nome de Michel Platini, ex-craque da seleção francesa.

‘Modernidade’ e arcaísmo
Nos anos 1980 e 1990, com a globalização capitalista, o esporte sofreu uma profunda mercantilização. Poderosos monopólios internacionais, que patrocinam os clubes de futebol, começaram a dar as cartas e criaram uma verdadeira “indústria da bola”. Hoje, segundo a Fundação Getúlio Vargas, o futebol mundial movimenta cerca de 250 bilhões de dólares por ano. Foi nessa época que foram cunhados termos com “futebol empresa” e todo tipo de bobagem tentando colar a imagem de um bom futebol com métodos de eficiência empresarial. No entanto, o que reinou foi a corrupção, o enriquecimento de dirigentes e a manipulação de resultados.

Ricardo Teixeira foi um personagem meio síntese dessa nova estrutura emergente do futebol mundial. Combinava a velha “cartolagem” e a estrutura arcaica (exemplificada em dirigente como Eurico Miranda, Caixa D’água etc.) que ainda reina sobre o futebol brasileiro com a “modernidade” imposta pelo capital. Equilibrando-se nessa contradição, Teixeira ganhou sobrevida e reinou absoluto na CBF.

A pergunta que todos fazem agora é: “Será que desta vez é pra valer? Ricardo Teixeira vai sair mesmo da CBF?”. Quem conhece as artimanhas do cartola tem razão de sobra para alimentar esse tipo de desconfiança. Não é a primeira vez que o clamor “Fora Teixeira” poderá ser frustrado por manobras. De todo modo, o que se vê, para o deleite do torcedor brasileiro, é a imagem de um corrupto dirigente em agonia.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

COPA DO MUNDO DE 1978 VOLTA A SER DISCUTIDA

JAMIL CHADE / GENEBRA , CORRESPONDENTE - O Estado de S.Paulo

GENEBRA - A goleada da Argentina contra o Peru na Copa do Mundo de 1978 que deixou o Brasil fora da final foi sempre rodeada por rumores e acusações. Agora, denúncias feitas a um juiz sustentam a tese de que, na realidade, o resultado daquela partida foi um pacto entre os dois regimes militares de Peru e Argentina. A declaração e a notícia acabaram causando mal-estar entre os cartolas da Fifa, que sempre alegaram que as acusações de suborno faziam parte dos defensores da tese da conspiração.

Luque comemora gol da Argentina contra o Peru, em 1978 - Arquivo/AE
Arquivo/AE
Luque comemora gol da Argentina contra o Peru, em 1978

Para disputar a final, os argentinos precisavam vencer o Peru por 4 x 0. Qualquer resultado inferior daria a vaga ao Brasil para enfrentar a Holanda na decisão do Mundial. Apesar da boa equipe peruana, o jogo terminou em 6 x 0 para os argentinos, o que alimentou por décadas a especulação de um acerto financeiro entre os dois times.

Mas, segundo a mais recente versão, o acordo teria sido politico. Um juiz argentino, Norberto Oyarbide, abriu no ano passado investigações sobre o ex-ditador peruano Francisco Moralez Bermudez e, na semana passada, pediu sua prisão por crimes como sequestros e assassinatos.

Segundo publicou o jornal argentino El Tiempo, uma das principais testemunhas do caso, o ex-senador peruano Genaro Ledesma, revelou ao juiz que a vitória de 6 x 0 da Argentina contra o Peru na Copa de 1978 - e que deixou o Brasil de fora da final - havia sido pactuada entre os ditadores dos dois países e fazia parte de um acordo maior de cooperação entre os dois governos

Pela versão, o ditador argentino Jorge Videla aceitou no âmbito do Plano Condor receber 13 prisioneiros peruanos que, em Lima, lideravam greves para derrubar o regime de Morales Bermudez. Em troca, porém, o argentino solicitava que os peruanos deixassem a Argentina vencer a partida no Mundial.

Detalhes da história. O ex-senador Ledesma insiste que sabe dos detalhes da história porque ele mesmo foi um dos prisioneiros alvo da troca em 1978. Naquele ano, Ledesma foi sequestrado pelo regime peruano.

Os detentos foram enviados para o norte da Argentina em um avião militar no dia 25 de maio de 1978. De lá, foram transladados para a Buenos Aires e, depois de algumas semanas, foram autorizados a viajar como exiliados para Paris. A partida entre os dois times ocorreria no dia 21 de junho daquele ano.

Com essa saída para a França, os prisioneiros evitaram serem atirados ao mar, uma prática do governo argentino.

"Videla nos aceitou como prisioneiros de guerra na condição de que o Peru permitisse o triunfo da Argentina na Copa do Mundo", disse o ex-senador ao jornal argentino. "Isso tinha importância para Videla. Ele precisava do triunfo para limpar a má imagem da Argentina no mundo", afirmou Ledesma.

O acordo não terminaria aí. No mesmo ano, Videla fez empréstimos ao governo de Morales Bermudez e enviou um carregamento de 14 mil toneladas de trigo ao Peru.

Fifa em alerta. Não é novidade que a partida foi alvo de desconfianças por anos. Mas a Fifa sempre rejeitou falar no assunto, alegando que não existiam provas. Dentro da entidade, porém, fontes admitiram ao Estado que essa é a primeira vez que uma vítima dos regimes sul-americanos denuncia o esquema do jogo a um juiz, oficialmente, o que pode não ser nada positivo para a imagem já problemática da Fifa.

Esse caso abre as portas para novas investigações sobre a polêmica partida da Copa do Mundo de 1978 e também de outros jogos, de competições internacionais importantes, que poderiam ter sido arrumados por interferência política.


Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,argentina-6-x-0-peru-ainda-nao-acabou-,832895,0.htm

Acessado em 8 de fevereiro de 2012.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

LEILÃO DA ARENA DO JACARÉ

A 1ª praça do Estado Joaquim Henrique Nogueira, mais conhecido por Arena do Jacaré, não atraiu interessados. Próximo leilão acontece no dia 16/02, às 14:30, e risco de arrematação é maior.
Mesmo com os recursos interpostos pelo Estado de Minas Gerais e o próprio Democrata Futebol Clube, comodatário e proprietário da Arena, respectivamente, o juiz da 3ª Vara Cível da Comarca de Sete Lagoas, José Ilceu Gonçalves, manteve sua decisão de levar o imóvel a leilão.
Quem estivesse disposto a arrematar o estádio deveria pagar 19 milhões de reais, valor da avaliação do bem pelo judiciário. No próximo dia 16, porém, o interessado poderá levar a Arena por 9,5 milhões, ou seja, 50% do seu valor. Democrata e Estado já se movimentam para evitar que o clube setelagoano fique sem seu maior patrimônio.
Nos próximos dias, os departamentos jurídicos das duas instituições recorrerão novamente da decisão, desta vez no Tribunal de Justiça, em Belo Horizonte, onde esperam obter êxito.

Fonte: Comunicação DFC - www.democratajacare.com.br

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Com esse "APOIO" fica fácil ter a maior torcida

Desde os primórdios do futebol brasileiro que é assim, foi dessa forma e com apoio de mais algumas outras mídias que os grandes clubes do futebol brasileiro se tornaram "grandes". Com esse super apoio fica fácil ter a maior torcida e sempre conseguir os melhores patrocinadores e os melhores jogadores, é desleal eu diria.

Por isso sou fã de clubes do RS, de MG, do Nordeste em geral, do PR e alguns do interior de SP.

Os clubes "queridinhos" ou os mais populares, sempre foram e são favorecidos até hoje!

O que fazer? Boicotar? Esperar o desgraçado do R. Teixeira sair e o contrato com essa "tvzinha BBB" acabar?

Não sei o que fazer, mas espero que isso acabe, pois é isso que está acabando com o equilíbrio no futebol brasileiro.

Abraços Oi!